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Cuidados na prática de exercícios: falta de orientação é prejudicial. Leia mais; - 27/03/2017

Como a atividade física regular pode melhorar sua saúde e reduzir os riscos de morte prematura? Reduzindo o risco de desenvolver doença cardíaca coronária e as chances de morrer disso; Reduzindo o risco de infarto; Reduzindo o risco de ter um segundo ataque cardíaco em pessoas que já tiveram um ataque; Diminuindo tanto o colesterol total quanto os triglicerídeos, e eleva o bom colesterol HDL; Atividade física traz inúmeros benefícios, mas, sem orientação, equipamento e preparo adequado, pode causar doenças. Confira as dicas para se exercitar de forma segura

O sedentarismo é um dos principais males da vida moderna e é gerador de diversas doenças como problemas cardíacos e de coluna, casos de diabetes e cânceres de mama e de cólon. Esta é uma constatação de diversas pesquisas em saúde e avaliação de médicos, como cardiologistas, ortopedistas, endocrinologistas e professores de educação física. Apesar da prática do exercício físico ajudar a evitar esses males, especialistas alertam para os cuidados na hora de iniciar uma atividade.

A falta de uma orientação médica e de um profissional de educação física podem ocasionar problemas ortopédicos como distensão muscular, dores articulares agudas, lombalgias, tendinites e várias outras alterações físicas como arritmias, tonteiras e câimbras.

Segundo o cardiologista Marcel Coloma, em situações mais extremas, o início de exercícios sem cuidados pode levar à morte súbita. O médico afirma que o primeiro passo é fazer um checkup médico para ver se a pessoa pode ou não pode realizar determinada atividade física.

“Há casos de morte súbita por infarto ou derrame. Após os exames de rotina é aconselhável a pessoa iniciar as atividades de forma gradual. É necessário ainda não se acomodar e aumentar aos poucos a intensidade do exercício. Na academia, o professor alerta o aluno e faz alterações na série, mas numa atividade externa, sem a vigilância de um profissional, é a própria pessoa quem deve ficar atenta para se exigir um pouco mais, na medida em que o corpo vai ficando mais resistente”, relata Coloma.

O cardiologista destaca ainda a importância da hidratação e da alimentação.

“Se manter hidratado é fundamental. Principalmente para o idoso que fica desidratado muito rápido. Uma alimentação leve à base de carboidrato e frutas é o ideal antes da malhação e nunca fazer atividade em jejum”, orienta.

Ar livre– O coordenador do Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense (UFF), Edmundo Drummond Alves Junior, faz um alerta para quem faz atividade ao ar livre sem orientação. Para ele não se deve fazer corrida ou caminhada depois das 10h e antes das 15h.

“Nesse horário, o calor e o sol são prejudiciais. Uma outra questão que vale ressaltar é a falta de limite no que se refere ao tempo e a intensidade da atividade. Ainda mais para quem está começando ou retornando de uma inatividade. Os excessos são comuns”, relata.

O coordenador do curso de Educação Física da UFF chama a atenção ainda para uma vestimenta adequada.

“Roupas leves e tênis adequado. Um calçado sem impacto para uma corrida, por exemplo, é lesivo para qualquer um”, destaca.

Edmundo Drummond aconselha a pessoa buscar atividade que lhe dá prazer em fazer.

“Não adianta se obrigar a fazer um exercício apenas pela questão estética ou porque é uma recomendação médica. Muita gente que começa assim acaba parando com as atividades pouco tempo depois. A socialização também é um componente importante para quem faz atividade física. Por isso é importante fazer algo prazeroso que estimule a interação. Principalmente para idosos”, ressaltou Edmundo.

O policial militar Eduardo Paiva, de 31 anos, que é professor de Educação Física do Centro de Educação Física e Desporto da Polícia Militar, faz treinos com PMs na pista de atletismo da UFF. Ele alerta para os cuidados básicos de que quem está iniciando atividades físicas deve seguir. Segundo ele, muitos, empolgados e querendo ganhar resultado rápido, acabam tendo lesões musculares e articulares.

“Há ainda aqueles que acabam fazendo uso de estimulantes e anabolizantes, o que é condenável. Corro desde meus 13 anos e fui atleta profissional fazendo uso de uma alimentação saudável que é de suma importância para uma boa atividade física”, dá a dica o professor.

Terceira idade – Nancyr Pinto Barreiro, de 72 anos, faz caminhadas regulares na orla de São Francisco há mais de 30 anos e há quatro meses optou também pela hidroginástica, muito procurada por idosos por causa do baixo impacto nas articulações. Ela lembra que até seus 40 anos era sedentária e foi obrigada a fazer atividade física depois que descobriu que sofria de hipertensão.

“O que começou como uma obrigação por conta de pressão alta se tornou uma atividade muito prazerosa. Hoje não me vejo sem minha caminhada matinal. Somando agora a hidroginástica, duas vezes na semana, ficou perfeito. Também faço crochê e jogo de caça palavras para exercitar a concentração e a memória. Corpo e mente trabalhando para uma melhor saúde”, relata a idosa.

O psicanalista Cássio Erzewodowski explica que a prática de exercícios atua em neurotransmissores específicos do cérebro como os antidepressivos, ajudando pessoas a restabelecer comportamentos positivos.

“A liberação da serotonina e da dopamina em maior quantidade resulta em um efeito de prazer e felicidade”, esclarece.

Teste genético – O endocrinologista Tércio Rocha afirma que hoje existem exames que indicam que tipo de atividade é ideal para cada pessoa. Segundo ele, são testes que avaliam as atividades ideais de acordo com o genótipo de cada um.

“Por que um exercício é bom para uns e péssimo para outros, causando lesões e problemas articulares? Por uma única razão. Não somos iguais uns aos outros. Nossos genes são diferentes. É possível determinar qual é a melhor atividade física para cada um com um teste genético. O Pathway FIT é um estudo do genótipo de uma pessoa, de seus tipos mais comuns de fibras musculares, de seu padrão metabólico. Através dele, podemos determinar se exercícios de resistência e/ou força são mais ou menos adequados a ela e em que percentual e frequência devem ser feitos”, explicou Rocha.

“Por isso é muito comum encontrar pessoas que engordam fazendo musculação ou vivem se contundindo com exercícios aeróbicos. Todos somos diferentes geneticamente, por isso nosso estilo de vida e nossas atividades físicas e dieta não podem ser iguais para todos. Muitas pessoas se frustram por não atingir os resultados almejados”, acrescentou.

O ortopedista Pedro José Labronici, professor da Faculdade de Medicina de Petrópolis, afirma que natação, hidroginástica, caminhada e pilates são algumas das atividades mais recomendáveis para quem está iniciando uma atividade física.

“De qualquer maneira, é importante ter em mente que deve-se iniciar as atividades lentamente com exercícios que a pessoa se identifique. Essas atividades são recomendáveis principalmente para pessoas idosas, por serem normalmente de baixa demanda e impacto”, aponta.

Ele afirma que distensão muscular, dores articulares agudas, lombalgias e tendinites são problemas mais frequentes ocorridos com pessoas que iniciam uma atividade física sem orientação médica.

“Para não serem surpreendidos durante exercícios físicos é necessário uma prévia avaliação médica para uma indicação adequada de atividade para o seu perfil”, orienta.

Sobre o tempo médio diário necessário e a frequência semanal, Labronici aconselha pelo menos 30 minutos diários durante cinco vezes por semana. O ortopedista também faz um alerta à prática de atividades físicas somente nos fins de semana como o futebol com amigos, por exemplo. “Não é recomendável, pois aumenta os riscos de lesões” relata.

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